Semiótica
Signo
Semiose
Código
Objeto, Signo, Intérprete
Objeto Dinâmico
Objeto Imediato
Interpretante Dinâmico
Interpretante Imediato
Índice
Ícone
Símbolo
Primeiridade
Secundidade
Terceiridade
quarta-feira, 19 de março de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
VAMOS TIRAR AS DÚVIDAS?
NOVA REGRA DE AVALIAÇÃO UVA
O sistema de avaliação das disciplinas dos cursos presenciais da Universidade Veiga de
Almeida é realizado de duas formas:
A1 - Primeira Avaliação do Semestre, conteúdo parcial (anterior à data da primeira
avaliação).
A2 - Segunda avaliação, ênfase no conteúdo ministrado após a data da primeira
avaliação (A1).
A3 - Prova Final, conteúdo completo. Somente uma das funções abaixo:
(a) Avaliação de 2ª chamada para o aluno que não fez A1 ou a A2 (apenas uma delas).
(b) Avaliação para o aluno alcançar a média de aprovação 6,0 (seis);
(c) Avaliação optativa para o aluno melhorar sua média, substituindo uma das
avaliações com a menor nota (A1 ou A2)
A4 - Avaliação somativa das atividades desenvolvidas ao longo do semestre. Havendo
somente um único lançamento de grau ao final do semestre.
A avaliação do rendimento escolar é feita por meio de provas, testes e trabalhos
elaborados pelos professores das disciplinas em consonância com o Projeto Pedagógico
do curso.
Aprovação
O aluno será aprovado nas disciplinas, se atender as condições abaixo:
1. Alcançar o mínimo de frequência igual a 75% (setenta e cinco por cento) das
aulas previstas, no regime presencial;
2. O aluno tem que obter o grau maior ou igual que 5 (cinco) em cada uma duas
avaliações (A1 e A2), caso contrário, deverá realizar A3 (com nota igual ou maior que
“5”) em substituição à Avaliação de menor grau.
3. Obtiver grau numérico igual ou superior a 6 (seis) na média aritmética entre o
primeiro grau de qualificação (A1) e o segundo grau de qualificação (A2); essa
média (M) será calculada por meio da seguinte fórmula:
M = A1 + A2
2
4. O aluno que não atender as condições estabelecidas no item “2” poderá realizar
uma terceira avaliação (A3), para obter o terceiro grau de qualificação, que deverá
ser igual ou superior a 5 (cinco). A nota de A3 irá substituir a nota de menor valor
da A1 ou A2, para poder gerar um novo cálculo de média. Ou seja, na avaliação
“A3” o aluno deverá obter grau igual ou superior a 05 (cinco) para a nota ser
considerada.
Exemplo 1:
A1 = 3 (Três) – Nota Descartada (inferior a “5”)
A2 = 5 (Cinco) – Nota Válida
A3 = 7 (Sete) – Nota Válida
Cálculo da Média = (A2 + A3) : 2 = (5 + 7) : 2 = 12 : 2 = 6 (média igual ou superior a
média de aprovação “6”)
Exemplo 2:
A1 = 8 (Oito) – Nota Válida
A2 = 4 (Quatro) – Nota Descartada (inferior a “5”)
A3 = 6 (Seis) – Nota Válida
Cálculo da Média = (A1 + A3) : 2 = (8 + 6) : 2 = 14 : 2 = 7 (média igual ou superior a
média de aprovação “6”)
5. O aluno poderá substituir apenas uma avaliação pela A3 (seja por causa de nota
ou por falta). 6. Se obtiver grau inferior a 5,0 (cinco) nas duas avaliações (A1 e A2),
automaticamente, estará reprovado na disciplina.
7. O aluno que prestar avaliação A3 em conformidade com o item 3 será
considerado aprovado se obtiver grau numérico igual ou superior a 6 (seis) na
média entre A3 + (A1 ou A2);
8. No caso das disciplinas que tiverem uma única nota (A4), a aprovação só ocorrerá
se a nota de A4 for maior ou igual a 7 (sete). Não haverá 2ª. Chamada da
Avaliação A4, pois trata-se de avaliação somativa.
9. As médias deverão ser calculadas com apenas uma casa decimal.
Segunda Chamada de Prova – A3
A segunda chamada de prova foi substituída pela A3. O aluno que faltar uma das
avaliações, A1 ou A2, terá o direito de fazer a A3 para substituir a prova não realizada,
caso sua outra avaliação (A1 ou A2) não tenha sido inferior a 05 (cinco).
Casos Especiais
A aluna gestante e os alunos, em geral, de acordo com os casos previstos em Lei,
terão direito a um regime especial de avaliação, desde que requerido por meio de
Protocolo, no Setor de Atendimento da Secretaria do seu Campus, com a documentação
exigida.
Revisão de Prova
O aluno que porventura discordar do grau atribuído pelo professor em uma
determinada avaliação (A1 e/ou A2), poderá solicitar revisão da prova, diretamente ao
professor da turma-disciplina em que está inscrito, até uma semana após a data de
divulgação da respectiva nota de cada avaliação. Para a revisão das provas de “A3” o aluno deverá, deverá solicitar a revisão no
Setor de Atendimento Secretaria Setorial de seu Campus, via protocolo com as devidas
justificativas por escrito, dentro dos prazos previstos no Calendário Escolar.
O sistema de avaliação das disciplinas dos cursos presenciais da Universidade Veiga de
Almeida é realizado de duas formas:
A1 - Primeira Avaliação do Semestre, conteúdo parcial (anterior à data da primeira
avaliação).
A2 - Segunda avaliação, ênfase no conteúdo ministrado após a data da primeira
avaliação (A1).
A3 - Prova Final, conteúdo completo. Somente uma das funções abaixo:
(a) Avaliação de 2ª chamada para o aluno que não fez A1 ou a A2 (apenas uma delas).
(b) Avaliação para o aluno alcançar a média de aprovação 6,0 (seis);
(c) Avaliação optativa para o aluno melhorar sua média, substituindo uma das
avaliações com a menor nota (A1 ou A2)
A4 - Avaliação somativa das atividades desenvolvidas ao longo do semestre. Havendo
somente um único lançamento de grau ao final do semestre.
A avaliação do rendimento escolar é feita por meio de provas, testes e trabalhos
elaborados pelos professores das disciplinas em consonância com o Projeto Pedagógico
do curso.
Aprovação
O aluno será aprovado nas disciplinas, se atender as condições abaixo:
1. Alcançar o mínimo de frequência igual a 75% (setenta e cinco por cento) das
aulas previstas, no regime presencial;
2. O aluno tem que obter o grau maior ou igual que 5 (cinco) em cada uma duas
avaliações (A1 e A2), caso contrário, deverá realizar A3 (com nota igual ou maior que
“5”) em substituição à Avaliação de menor grau.
3. Obtiver grau numérico igual ou superior a 6 (seis) na média aritmética entre o
primeiro grau de qualificação (A1) e o segundo grau de qualificação (A2); essa
média (M) será calculada por meio da seguinte fórmula:
M = A1 + A2
2
4. O aluno que não atender as condições estabelecidas no item “2” poderá realizar
uma terceira avaliação (A3), para obter o terceiro grau de qualificação, que deverá
ser igual ou superior a 5 (cinco). A nota de A3 irá substituir a nota de menor valor
da A1 ou A2, para poder gerar um novo cálculo de média. Ou seja, na avaliação
“A3” o aluno deverá obter grau igual ou superior a 05 (cinco) para a nota ser
considerada.
Exemplo 1:
A1 = 3 (Três) – Nota Descartada (inferior a “5”)
A2 = 5 (Cinco) – Nota Válida
A3 = 7 (Sete) – Nota Válida
Cálculo da Média = (A2 + A3) : 2 = (5 + 7) : 2 = 12 : 2 = 6 (média igual ou superior a
média de aprovação “6”)
Exemplo 2:
A1 = 8 (Oito) – Nota Válida
A2 = 4 (Quatro) – Nota Descartada (inferior a “5”)
A3 = 6 (Seis) – Nota Válida
Cálculo da Média = (A1 + A3) : 2 = (8 + 6) : 2 = 14 : 2 = 7 (média igual ou superior a
média de aprovação “6”)
5. O aluno poderá substituir apenas uma avaliação pela A3 (seja por causa de nota
ou por falta). 6. Se obtiver grau inferior a 5,0 (cinco) nas duas avaliações (A1 e A2),
automaticamente, estará reprovado na disciplina.
7. O aluno que prestar avaliação A3 em conformidade com o item 3 será
considerado aprovado se obtiver grau numérico igual ou superior a 6 (seis) na
média entre A3 + (A1 ou A2);
8. No caso das disciplinas que tiverem uma única nota (A4), a aprovação só ocorrerá
se a nota de A4 for maior ou igual a 7 (sete). Não haverá 2ª. Chamada da
Avaliação A4, pois trata-se de avaliação somativa.
9. As médias deverão ser calculadas com apenas uma casa decimal.
Segunda Chamada de Prova – A3
A segunda chamada de prova foi substituída pela A3. O aluno que faltar uma das
avaliações, A1 ou A2, terá o direito de fazer a A3 para substituir a prova não realizada,
caso sua outra avaliação (A1 ou A2) não tenha sido inferior a 05 (cinco).
Casos Especiais
A aluna gestante e os alunos, em geral, de acordo com os casos previstos em Lei,
terão direito a um regime especial de avaliação, desde que requerido por meio de
Protocolo, no Setor de Atendimento da Secretaria do seu Campus, com a documentação
exigida.
Revisão de Prova
O aluno que porventura discordar do grau atribuído pelo professor em uma
determinada avaliação (A1 e/ou A2), poderá solicitar revisão da prova, diretamente ao
professor da turma-disciplina em que está inscrito, até uma semana após a data de
divulgação da respectiva nota de cada avaliação. Para a revisão das provas de “A3” o aluno deverá, deverá solicitar a revisão no
Setor de Atendimento Secretaria Setorial de seu Campus, via protocolo com as devidas
justificativas por escrito, dentro dos prazos previstos no Calendário Escolar.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Plano de aula Semiótica 2014.1
EMENTA
Fundamentos de semiótica. Semiótica aplicada ao design. Análise das
funções da comunicação do produto – imagem/objeto. Níveis e componentes da
relação triádica do signo e a dinâmica do processo signíco na interação
produto/destinatário.
OBJETIVO
Analisar o
enunciado formal do produto e reconhecer e diferenciar os tipos de signo em um
produto. Elaborar projeto gráfico considerando articulações sígnicas adequadas
para a construção de significações visadas. Usaremos o livro-base: Elementos de Semiótica Aplicados ao Design, de Lucy Niemeyer.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE I – Introdução à Semiótica
1.1 – O que é
Semiótica
1.2 – Os Cumulativos
Requisitos no Design: Comunicar
1.3 – Design e
Comunicação
UNIDADE II – Os fundamentos da
Semiótica
1.1 – Índice, Ícone
e Símbolo
1.2 – O Signo
1.3 – As
tricotomias
1.4 – Primeiridade,
Secundidade e Terceiridade
UNIDADE III – Elementos da
Semiótica Aplicados ao Produto de Design
1.1 – Dimensões do
Produto
1.2 – Identidade do
Produto
1.3 – Referências
no produto
UNIDADE IV – Proposta de uma abordagem semiótica ao projeto
1.1
– Os elementos da teoria na prática
1.2
– Detalhes Semióticos
AVALIAÇÃO
Haverá duas provas,
as chamadas A1 e A2, ambas valendo 10,0.
METODOLOGIA DE ENSINO
Com aulas teóricas expositivas e dialogadas; leitura dirigida e debates
de artigos científicos; apresentação oral com debate de pesquisas; estudos de
casos e leitura do texto dos alunos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NIEMEYER, Lucy. Elementos de semiótica
aplicados ao design. Rio de Janeiro: 2AB, 2003.
SANTAELLA, Lucia. O que é semiótica.
São Paulo: Brasiliense, 1983.
SANTAELLA, Lucia. Semiótica aplicada.
São Paulo: Thomson, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COELHO, Luiz Antonio L. (Org)
Conceitos-chave em Design. Rio de Janeiro: EDPUC-Rio, Novas Idéias, 2008.
PIETROFORTE, Antonio Vicente. Semiótica visual
– os percursos do olhar. São Paulo: Contexto, 2004.
SANTAELLA, Lucia, NOTH, Winfried. Imagem –
cognição, semiótica, mídia. São Paulo: Iluminuras, 2009.
FEVEREIRO
05 – Apresentação da Disciplina
12 – Capítulo 1
19– Capítulo 2
26– Capítulo 3
MARÇO
05 – CARNAVAL
12 – Capítulo 4
19 – Capítulo 5
26 – Capítulo 5
ABRIL
02 – Correção Exercício A1
09 – A1
16 – Entrega e Correção A1
23 – (FERIADO)
30 – Capítulo 6 e Capítulo 7
30 – Capítulo 6 e Capítulo 7
MAIO
07– Capítulo 8
14– Capítulo 9
21 – Correção Exercício A2
28 – A2
JUNHO
04 – Entrega e Correção A2
11 – A3 (vale como 2aCH, recuperação e tentativa de aumento score).
12 de JUNHO - Início COPA do MUNDO.
12 de JUNHO - Início COPA do MUNDO.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Como ameaçadoramente exibir as presas se transformou em sorriso?
Em: http://hypescience.com/como-ameacadoramente-exibir-as-presas-se-transformou-em-sorriso/
No mundo animal, mostrar os dentes normalmente não indica coisas boas: demonstra medo, submissão, raiva. Entre seres humanos, faz parte de uma das expressões faciais mais complexas que conhecemos: o sorriso sincero. De onde veio essa diferença tão grande?
Alguns estudiosos acreditam que a resposta pode estar no “sorriso dos primatas”. Em muitos casos, é um sinal de medo. Em espécies mais elevadas, porém, pode ser um sinal de submissão. É o que ocorre em grupos do macaco Rhesus: quando um membro é ameaçado por um dominante, ele “sorri”. “A expressão parece desviar a agressão do dominante, portanto é um sinal de submissão, não hostilidade e/ou conciliação, fazendo com que o dominante o deixe em paz”, aponta a professora de filosofia Janice Porteous, da Universidade da Ilha de Vancouver (Canadá).
Janice, que estuda a evolução do riso e do humor, lembra outro caso: “Cientistas descobriram que em primatas superiores [como chimpanzés] a expressão às vezes é usada entre iguais”. Ao passarem muito tempo sem se ver, eles “sorriem” e se abraçam. No lugar de hostilidade, a expressão se tornou amigável.
Aí está a possível origem do sorriso. Desde então, o sorriso ganhou inúmeros significados, a depender do contexto e da intenção das pessoas. Tem gente que “ri de nervoso”, gente que ri porque acha graça em algo, gente que ri com sarcasmo… Até mesmo crueldade pode ser expressada por um sorriso. No fim das contas, a expressão é um reflexo da complexa mente humana.[LifesLittleMysteries]
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
MONITORIA de Semiótica -
Monitores Caio Figueiredo e Kamille Soares (falar com eles ONDE se encontrar!!)
Segundas-feiras das 10h até as 11:30 (disponibilidade integral - Caio e Kamille)
Quarta-feira das 8h até as 10h (dia a combinar com Caio);
Sexta-feira das 8h até as 10h (disponibilidade integral - Caio e Kamille).
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
11 palavras que não possuem tradução
http://catracalivre.com.br/geral/design-urbanidade/indicacao/11-palavras-que-nao-podem-ser-traduzidas/
Blog faz lista com vocábulos que só têm sentido em suas línguas nativas
Interessantíssimo. Tanto para antropologia do consumo quanto para semiótica:
Palavras que não possuem tradução por serem de outras culturas: (com a contribuição de Caio Figueiredo)
1-Waldeinsamkeit (Alemanha): Medo de estar sozinho em uma floresta
2-Cualacino (Itália): A marca que é deixada na mesa por um copo gelado
3-Iktsuarpok (Inuítes indígenas dos árticos do Canadá): Ansiedade que faz a pessoa toda hora sair da casa para ver se alguém está chegando.
4-Komorebi (Japão): A iluminação que passa pelas folhas de árvores
5-Pochemuchka (Rússia): Quem faz muita pergunta
6-Sobremesa (Espanha): A conversa com as pessoas com que você almoçou/jantou depois de fazê-lo.
7-Jayus (Indonésia): Uma piada tão ruim e pobre que a pessoa chega a rir
8-Panapo'o (Havaí): O ato de coçar a cabeça para se lembrar de algo esquecido
9-Dépaysement (França): Um sentimento que dá por não se estar em seu país
10-Goya (Urdu [língua indo-européia formada por influência da língua persa, turca e árabe da época do Império Mongol]): A sensação de viajar por influência de uma boa história
11-Mangata (Suécia): A rota vinda do reflexo da lua na água
Palavras que não possuem tradução por serem de outras culturas: (com a contribuição de Caio Figueiredo)
1-Waldeinsamkeit (Alemanha): Medo de estar sozinho em uma floresta
2-Cualacino (Itália): A marca que é deixada na mesa por um copo gelado
3-Iktsuarpok (Inuítes indígenas dos árticos do Canadá): Ansiedade que faz a pessoa toda hora sair da casa para ver se alguém está chegando.
4-Komorebi (Japão): A iluminação que passa pelas folhas de árvores
5-Pochemuchka (Rússia): Quem faz muita pergunta
6-Sobremesa (Espanha): A conversa com as pessoas com que você almoçou/jantou depois de fazê-lo.
7-Jayus (Indonésia): Uma piada tão ruim e pobre que a pessoa chega a rir
8-Panapo'o (Havaí): O ato de coçar a cabeça para se lembrar de algo esquecido
9-Dépaysement (França): Um sentimento que dá por não se estar em seu país
10-Goya (Urdu [língua indo-européia formada por influência da língua persa, turca e árabe da época do Império Mongol]): A sensação de viajar por influência de uma boa história
11-Mangata (Suécia): A rota vinda do reflexo da lua na água
MUDAMOS de sala!!!
Alunos de semiótica 2013.2. Nossa sala agora é a A117!
Quase na Praça de Alimentação.
Quase na Praça de Alimentação.
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